Chá de Lingerie, boa alternativa de vendas…

Chá de Lingerie, boa alternativa de vendas... 2 Chá de Lingerie, boa alternativa de vendas...

Os chás de lingerie tem se tornado cada vez mais populares no Brasil. E como é algo super divertido as noivas sempre curtem muito esse evento.
Neste Post vamos te dar as principais dicas para um chá de lingerie de sucesso. E para você que revende lingerie, essa é uma boa alternativa de negócio. Então vamos ao que interessa.

1 – Como fazer o chá de lingerie acontecer?

Primeiro passo a se tomar é fazer contato com a noiva para agendar uma visitinha e conversar com ela sobre o chá. Se você é amiga da noiva ou se você revende lingerie, esse passo deve ser levado bem a sério, pois aquele chá surpresa pode virar motivo de desconforto.

A noiva deve ser contatada antes para que ela defina a data e o local e assim comecem os preparativos para o chá. Ela também terá condições de lhe dar uma lista de convidadas que ela quer que compareçam e é aí que começa a sua vantagem como revendedora de lingerie, mas vou deixar esse segredinho mais pro final.

Já de posse da data, local e lista de convidadas é hora de por a mão na massa.

2 – Apresentar as lingeries para a noiva.

O próximo passo é apresentar a lingerie para a noiva escolher e, nesse quesito nós podemos te dar aquela ajuda de amiga. Você pode clicar aqui e ver nosso catálogo online e já mostrar tudo a noiva, afinal é ela quem vai usar então nada mais justo que ela escolher o estilo que ela gosta. mas isso não impede que você dê sua opinião é claro.

A De Rany Lingerie possui uma infinidade de conjuntos, bodys e camisolas que vão arrasar na noite de nupcias ou na lua de mel e sem contar que a noiva, que já será casada, vai usar lingerie no seu dia a dia, então não podemos esquecer da lingerie clássica.

3 – Fazer contato com a lista de amigas.

Depois de definir o estilo e modelos que a noiva curte, é hora de conversar direto com a lista de amigas dela. Essas de fato é que vão comprar a lingerie que a noiva vai usar. E é nessa hora que você apresenta nosso catálogo e deixa a convidadas escolherem os produtos e você encomenda.

Não esqueça de confirmar com as convidadas os tamanhos e cores, assim no dia não vai ter nenhuma surpresa desagradável. O fator tamanho é primordial afinal, ninguém merece aquela lingerie que mais parece um balaio ou aquela que te aperta tanto que quase te mata.

Nesse passo você pode usar videos, stories e postagens para promover as lingerie e já fechar vendas antes mesmo do chá de lingerie acontecer. Isso já te dá uma vantagem.

4 – Preparar as brincadeiras.

As brincadeiras são a melhor parte né? Então prepare as brincadeiras com todo carinho e criatividade. O momento é de diversão e descontração, então pense em brincadeiras que coloquem todas para participar. aqui vão algumas dicas:

  • Declaração de amor pro noivo: Peça a noiva que faça um flerte ou declaração de improviso na hora, como faria se fosse o noivo.
  • Streep-Tease: O streep-tease também é super divertido, mas a noiva não precisa tirar a roupa pois isso pode constrangê-la, mas ela pode simular a dança, como se fosse fazer para o noivo.
  • A última dica é mais para o casal, faça a noiva escrever bilhetinhos que ela vai dar ao noivo na noite de nupcias, ai as amigas podem dar uma forcinha.

5 – Para complementar.

É legal pensar também na comida e bebida, nesse momento é super importante ter uns aperitivos ou quitutes e umas bebidas. Assim enquanto todas podem trocar confidências, conversar sobre o final da “solteirisse” da noiva e apimentar o papo vão degustando uns petiscos e tomando uma bebida.

Quer fazer disso uma fonte de renda?

Para ganhar uma graninha com esse evento é super fácil. Você sendo a organizadora do chá de lingerie, você tem os contatos das convidadas e pode fazer as vendas até antes do evento. Isso já garante o dinheiro pra promover o evento e arrecadar um pouco mais depois.

No dia do evento você pode fazer as vendas da lingerie para as atrasadas que preferiram não comprar antes do chá de lingerie. para isso é importante estar preparada, ter uma máquina de cartão de crédito é importante e sem contar que você pode perder vendas se alguma convidada não tiver levado dinheiro no dia.

Não se esqueça de definir quem é responsável pelos comes e bebes, se for você é importante decidir como isso será cobrado. Se você vai cobrar da noiva, vai ratear entre as convidadas ou se vai fornecer isso como cortesia, embutindo o valor no preço de venda da lingerie.

Aproveite pra fazer mais clientes no chá

Não esqueça de pesquisar quem são as solteiras do grupo, quem está namorando ou está noiva, seu público está ali e pode sair o próximo chá de lingerie desse grupo então, é importante manter o contato com essas possíveis clientes.

Recomendamos que leia mais artigos no nosso blog e saiba mais sobre o mercado de lingerie, pois com autoridade nos assunto você pode vender muito mais.

Boa sorte e muitas vendas. Com a De Rany Lingerie

A evolução das roupas íntimas femininas nos últimos 100 anos

O estilo das roupas muda muito com o passar do tempo. A cada ano surgem novas tendências tanto para homens quanto para mulheres.

Nós já mostramos aqui a impressionante evolução do biquíni durante um século. Agora, é a vez da evolução das roupas íntimas femininas nos últimos 100 anos.

O estilo dessas roupas mudou bastante durante esse longo período e, mesmo cada mulher tendo suas preferências, percebe-se que houve uma grande transformação nas roupas íntimas de uma maneira geral.

1 – Anos 1900

Nessa época as roupas íntimas eram grandes e muito justas, principalmente na cintura. Isso dava mais volume ao busto e deixava as mulheres com a cintura mais fina (e provavelmente com muito calor!).

A evolução das roupas íntimas femininas nos últimos 100 anos 3 A evolução das roupas íntimas femininas nos últimos 100 anos

2 – Anos 1910

Essas roupas íntimas eram consideradas sensuais nos anos de 1910, sendo utilizadas geralmente pelas cortesãs (mulheres que eram amantes de homens ricos e poderosos nobres). O que era uma roupa íntima sensual nessa época, seria comparado a um vestido nos dias atuais.

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3 – Anos 1920

Nos anos 20 as roupas íntimas passaram a ser mais confortáveis. Os sutiãs, anáguas e combinações tornaram-se parte dos guarda-roupas femininos. As mulheres já não precisavam usar aquelas roupas íntimas grandes, super apertadas na cintura e um tanto sufocantes.

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4 – Anos 1930

Nos anos 30, as roupas íntimas ganharam cortes um pouco mais modernos e mais curtos, se distanciando dos modelos dos anos 1900. As mulheres utilizavam roupas íntimas que se assemelhavam a camisolas com tecido muito fino.

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5 – Anos 1940

O conjunto passou a ser composto de sutiã, calcinha e uma espécie de saia. Muito mais confortável que nos anos anteriores. Nessa época também muitas mulheres utilizavam o famoso sutiã com cones (que se tornou mais conhecido quando a cantora Madonna surgiu usando um, nos anos 90).

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6 – Anos 1950

O estilista Christian Dior criou um novo estilo, que era uma mistura dos modelos anteriores, valorizando a cintura, o busto, e mantendo o sutiã em formato de cones. O espartilho era menor, mais limitado à cintura, e as lingeries de cor preta começaram a ganhar mais espaço.

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7 – Anos 1960

Nessa época, Brigitte Bardot ditou moda em termos de lingerie. As roupas íntimas tornaram-se menos marcadas, e também mais reveladoras e sensuais, com modelos feitos de renda e transparentes.

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8 – Anos 1970

Os anos 70 foram mais libertadores para as mulheres em relação às roupas íntimas. Foi quando as lingeries começaram a ganhar um formato bem menor, se aproximando dos modelos vendidos hoje. A revolução sexual trouxe minimalismo, conforto e sensualidade.

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9 – 1980

Nos anos 80, surgiram mais variedades de roupas íntimas. A indústria da moda passou a dar mais atenção à esse ramo, criando peças para todos os gostos. Os modelos passaram a ser mais femininos, sofisticados e diversificados, com muita renda e seda.

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10 – Anos 1990

Nos anos 90 as roupas íntimas se tornaram mais sensuais do que nos anos 80, ainda com mais diversidade, principalmente de tecidos semitransparentes e rendas.

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11 – Hoje em dia

Se compararmos as roupas íntimas femininas de hoje com as anteriores, percebemos uma grande mudança. As lingeries estão ainda menores, minimalistas e sensuais. Hoje também as mulheres têm mais liberdade de escolha, e podem usar o que acharem mais bonito e confortável.

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Fonte: Tudo Interessante


Lingerie: Um mercado cheio de nichos e oportunidades

Asa delta, fio dental, espartilha, meia taça, com ou sem bojo, três quartos, sete oitavos, com ou sem renda, discretas, ousadas, fitas, babados e decotes, pequenas, médias, grandes, extras grandes, em todas as cores e até comestíveis. Mais do que peças do vestuário feminino, a lingerie teve seu boom junto com a revolução sexual dos anos 60 e atualmente é um segmento da indústria têxtil que fatura mais de U$ 30 bilhões, por ano, no mundo.

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Foto: Dalmi Mendonça – Sede De Rany Lingerie 2018

Os números são otimistas no Brasil também. De norte a sul, mais de 3.500 confecções produzem cerca de 1,5 bilhão de peças anualmente, em um mercado que movimenta R$ 3,6 bilhões, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção – Abit (2012, pois ainda não existem consolidações dos números de 2013).

O Brasil é considerado o 5º maior produtor mundial dentro da indústria têxtil, com uma produção anual de 2 milhões de toneladas, o que corresponde a 2% da produção mundial, em um mercado dominado pela China e por Hong Kong (que detêm 50% da produção mundial) e pela Índia, pelos Estados Unidos e pelo Paquistão. Os dados provêm da 13º edição do “Relatório Setorial da Indústria Têxtil Brasileira”, divulgado pelo Instituto de Estudos e Marketing Industrial (IEMI), especializado no setor.

Nos últimos quatro anos, o crescimento do setor foi de 33%, índice de dar inveja a muitos setores que acompanham os modestos números do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, na casa dos 2-3%. Isso significa diversas oportunidades de empreendimentos na área, que abriga desde gigantes como Hope e Victoria’s Secret até pequenas malharias de fundo de quintal. Sim, o mercado é para todos que sabem explorar o segmento.

No Brasil, é o alto percentual de vendas feitas por sacoleiras. Segundo dados da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), 70% da produção do estado é comercializada por sacoleiras. O exemplo serve para referenciar que o mercado de lingerie é cheio de nichos e oportunidades. Há um número infinito de diferentes modelos, tamanhos e cores, atendendo todos os bolsos e todas as faixas etárias, num cenário peculiarmente voltado à customização e à experimentação das peças.

O aumento no poder aquisitivo do brasileiro tem impacto direto no vigor demonstrado pelo setor. Cada brasileira compra em média 7,6 peças por ano. E isso tem muito a ver com a expansão contínua da participação feminina no mercado de trabalho. Mais independentes, as mulheres têm cada vez mais gastado com produtos para elas e estão cada vez mais exigentes com o que irão consumir.

E não são somente as mulheres que consomem lingeries no Brasil: atualmente, 20% dos compradores são homens que escolhem modelos para suas esposas, namoradas e até mesmo parentes.

Outros fatores contribuem para a expansão do setor. A proliferação dos cursos universitários de design em moda é um desses fatores, possibilitando que os empreendedores possam criar suas próprias peças de forma simples e rápida, algo que não era possível há alguns anos. O uso de novos tecidos, técnicas e ideias também têm incrementado o setor e ajudado no seu crescimento.

O Sebrae também atua como fator indutor deste crescimento, oferecendo além da orientação e do treinamento necessários ao empreendedor, apoio em áreas como o design de peças, na identificação de mercados, e na fomentação da expansão de pequenos negócios para empresas que podem, inclusive, lucrar com exportações.

Não à uma luta desigual

A norte-americana Victoria’s Secret é a maior vendedora de lingerie do mundo, movimentando mais de U$ 6 bilhões por ano. Todavia, não é só de mega empresas como essa que vive o mercado de lingeries. Com R$ 200 mil é possível investir e montar uma fábrica no setor.

O mercado de lingerie não deve ser visto como uma luta desigual entre multinacionais e pequenos empreendedores. Mais do que em qualquer outra área, no mundo da moda íntima é preciso saber aproveitar os nichos de mercado, que acabam se tornando equalizadores na competição pelos clientes.

Estudos de mercado mostram que as mulheres de 35 a 54 anos são as que mais compram lingerie, mas os produtos a venda geralmente são desenhados tendo em mente um padrão de beleza de uma jovem de 20 anos, o que muitas vezes está longe da realidade. O empreendedor que quiser lucrar com a situação deve esquecer padrões estéticos misóginos e fora da realidade para oferecer as peças certas de acordo com o gosto de cada consumidora.

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Fonte: Dalmi Mendonça – Sede De Rany Lingerie 2018

Um exemplo de sucesso nesse sentido é da marca Hope, que em 2011 abriu a Hope Sob Medida, uma parceria feita em grandes lojas de varejo para vender lingerie que se encaixa no gosto das consumidoras. Nesse trabalho, em que é preciso ganhar a confiança do cliente, aproximar o produto da consumidora é fundamental. As mulheres não dependem de seus maridos para comprar calcinhas, sutiãs e demais peças da moda íntima. Por isso, ter um sistema de vendas que priorize o contato com a compradora pode ser outro diferencial no mercado. Estratégias de venda direta também são bem vindas nesse mercado.

Identificar o mercado

A indústria da moda íntima é democrática e abriga casos de sucesso em todo o país. Polos da moda são encontrados em estados como Ceará, Goiás, Rio de Janeiro e Santa Catarina e outros. O estado do Ceará, por exemplo, apresenta-se como destaque no Brasil, ficando em terceiro lugar em participação na indústria nacional, representando 6% do mercado do país nesse setor e com a meta de setor de crescer, até 2018, 50% da participação que hoje tem no Brasil.

Do total de vendas dos produtos de moda íntima, 56% são de sutiãs. Apesar disso, há espaço para a diversificação dos artigos comercializados. Muitas das confecções expandem as linhas para atender segmentos como a de roupas para ginástica e praia.

Outro segmento que é explorado é o de lingerie sensual, que até então era restrito a venda em sex shops e lojas do gênero, mas que ganhou espaço e hoje pode ser comprado em lojas tradicionais. Este é um segmento que também encontra sucesso com vendas pela internet e também através de catálogos.

Em um mercado fragmentado como esse é comum encontrar empresas desorganizadas e sem o foco e a organização necessários para conquistar os clientes. Uma pesquisa feita pelo Sebrae apontou que 57% das empresas do setor afirmam que não sabem identificar o mercado. O número reforça a necessidade de orientação e treinamento adequados antes de qualquer investimento, a fim de evitar perdas e maximizar os lucros.

Fonte: http://www.sebraemercados.com.br/lingerie-um-mercado-cheio-de-nichos-e-oportunidades/